segunda-feira, 18 de maio de 2009

Obra Paul Cezzane


Cesto de Maçãs 1893.

Paul Cézzane: Nas obras de Cézanne os objetos parecem desligados de seu uso. "Suspensas entre a natureza e a
utilidade, [as maçãs de Cézanne] existem apenas para serem contempladas", indica o
historiador norte-americano Meyer Schapiro. É com ele que o gênero ganha novas dimensões, imortalizado pelas composições com maçãs
executadas a partir de 1870.

Justificativa da escolha: A pintura mostra diversos ingredientes no café da manha, mostrando o pão de origem francesa, e detalhes como o cesto com diferentes tipos de maçâs, o vinho e o pão ao lado, que dão cores a pintura. Os gostos
e as maneiras de comportamento e de etiqueta na França a cada vez vão se renovando, uma cozinha inovadora e original, copiada por quase todo o mundo, querendo deixar os seu pratos elegantes e refinados.

Napoleon in his Study




Napoleon in his Study-Jacques-Louis David
Um pintor francês que era retratista de famosos.


Justificativa
Na obra original tem uma imagem com intuitos oficiais que mostra Napoleão em seu declínio.Queríamos mostrar na imagem alterada que se não melhorasse essa fase ele já estaria preparado para se dedicar a Chef de um restaurante francês,pois estava aprendendo e treinando.
O chapéu e o prato na mão mostram um Chef de cozinha que acabou de fazer o prato com toda sofisticação da gastronomia francesa.
O champanhe significa o luxo, o quanto era importante ter uma bebida de qualidade para completar a refeição e a bandeira da França para mostra a culinária que ele escolheu se dedicar por gostar muito.

Obras Pierre Mignard

Nossa Senhora da Uva

Pierre Mignard (
Troyes, 7 de novembro de 1612 - Paris, 30 de maio de 1695) foi um pintor francês. Nasceu em uma família de artistas, e era irmão de outro pintor, Nicholas Mignard. Estudou com Simon Vouet e em 1630 viajou para a Itália, onde permaneceu por 22 anos. Voltando a Paris, fez um retrato do rei que lhe valeu o favor da corte, mas rejeitou o convite de Charles Le Brun para ingressar na Academia, colocando-se contra sua autoridade e reunindo um partido em seu redor. Mas sua carreira como retratista progrediu, pintando inúmeros membros da alta nobreza e da intelectualidade, como Molière, Jacques-Bénigne Bossuet, a Marquesa de Maintenon, a Marquesa de Sévigné e Descartes.
Com a morte de Le Brun em 1690, ele o sucedeu em todos os cargos mantidos pelo seu antigo oponente, mas faleceria logo em seguida, quando estava prestes a iniciar a decoração da
cúpula dos Inválidos.
Nossa Senhora da Uva
Justificativa do Quadro:

Na França, cuja vitivinicultura se desenvolveu há séculos, foi o país onde era mais venerada Nossa Senhora da Uva, motivo pelo qual o artista francês a retratou. Dizem ainda que a Virgem Maria, por saber que o Menino Jesus apreciava demais a uva, o presenteava sempre que possível com um cacho. “Outros historiadores dizem que o vínculo de Jesus com a uva e o vinho era desde criança, o porquê o transformou em seu sangue na Santa Ceia, quando adulto e, até hoje faz parte do ritual da Santa Missa.”
Por dedução o quadro do artista francês Pierre Mignard refere-se a essa época. Pois Nossa Senhora se apresenta sentada com o menino Jesus no colo oferecendo um cacho de uva. Na última ceia, Jesus Cristo, ao levantar o cálice de vinho, disse: Este é o meu sangue, que será derramado por muitos, para a remissão dos pecados. Se o vinho era o sangue do Salvador, este sangue foi gerado no corpo de sua Mãe. Maria que poderia ser comparada à uva, a geradora do vinho. Desta feita os católicos recorriam a Nossa Senhora para solicitar a sua intermediação a Jesus para que a safra fosse boa e que resultasse em bons vinhos.
Assim como atualmente na França, eles consideram a refeição um momento muito especial considerando-a um Ritual, levando
horas, e apreciando cada ingrediente. Antigamente antes de comerem, faziam orações, abençoavam a comida, um momento unico, para cada família, que tambem pode ser reconhecido com um ritual.

Crème Brûlée

Ingredientes
- 600 ml creme de leite fresco
- Fava de 1/2 baunilha (ou 6 gotas de essência de baunilha)
- 1 pedaço de casca de laranja-
150 g açúcar
- 2 ovos
- 6 gemas
- Açúcar refinado para caramelizar

Modo de Preparo
Numa panela em fogo médio coloque o creme de leite fresco, a baunilha aberta e a casca de laranja e deixe ferver. Desligue o fogo, coe e reserve o líquido. Numa tigela, coloque o açúcar, os ovos e as gemas e bata com um batedor de arame até formar um creme fofo. Acrescente o creme de leite fresco coado e bata vigorosamente. Coloque a tigela sobre uma panela com água, em fogo médio (banho-maria), e mexa sempre enquanto cozinha, até engrossar. Divida a mistura sobre 4 tigelinhas e leve para a geladeira por 2 horas. Retire da geladeira e polvilhe açúcar. Com o auxílio de uma colher quente (Dica: coloque a colher sobre a chama do fogão até ficar bem quente) caramelize o açúcar, encostando a colher. (Ou utilize um maçarico de culinária). Sirva a seguir.

Curiosidades:
A origem do Creme Brûlée é um pouco controversa. Para os espanhóis, é uma variação da "crema catalana", que dizem ter surgido no século XVII (receita acrescentada de farinha de trigo ou amido de milho).
Para os ingleses, é uma variação do "Burnt cream", que traduzido para o francês virou "Creme Brûlée", literalmente creme queimado, que chegou na França no século XIX e ficou mundialmente famoso como uma invenção francesa.

E em Portugal, esta sobremesa chama-se Leite-Creme.Calda de collis de damasco (opcional)

Ingredientes:
- 100 g de damasco de molho em 1 copo (tipo americano) de suco de laranja por 3 horas
- 1 xícara (chá) de água
- 1/2 xícara (chá) de açúcar
- 1 cálice de rum

Modo de preparo:


Numa panela em fogo médio coloque o damasco, a água e o açúcar e cozinhe até que o damasco fique macio.Desligue o fogo e transfira para um liquidificador com o rum e bata até obter um purê de boa consistência. Calda de frutas vermelhas (opcional)Ingredientes:- 1 xícara (chá) de açúcar- 1/2 xícara (chá) de água- 1/4 xícara (chá) de licor de laranja- Raspas de 1 limão- 100 g de frutas vermelhas(blueberry, framboesa e morango)Modo de preparo:Numa panela coloque o açúcar, a água e o licor de laranja. Quando ficar uma calda em ponto de fio, acrescente raspas de limão e as frutas vermelhas. Retire do fogo, espere esfriar e sirva a seguir.

Tradução:

Ingrédient:

- 6 dl de crème de lait frais

- Fava, 1/2 vanille (ou 6 gouttes d'essence de vanille)

- 1 morceau d'écorce d'orange

- 150 g de sucre

- 2 oeufs

- 6 jaunes d'œufs

- Le sucre raffiné pour caramel

Mode de préparation:

Dans une casserole sur feu moyen mettre de la crème de lait frais, la vanille et de zeste d'orange et laissez bouillir ouvert. Eteignez le feu, et réserver le liquide de cohésion. Dans un bol, mettre le sucre, les œufs et les jaunes d'œufs et battre avec un bâton de fil de fer pour former une crème bouffée. Ajouter la crème de la tension de lait frais et battre vigoureusement. Placer le bol sur une casserole d'eau sur feu moyen (bain d'eau) et agiter pendant la cuisson toujours à épaissir. Répartissez le mélange sur 4 tigelinhas et de la lumière au réfrigérateur pendant 2 heures. Retirer du réfrigérateur et saupoudré de sucre. Avec l'aide d'une cuillère à chaud (Astuce: placer la cuillère sur la flamme de la poêle chaude et jusqu'à ce que) le sucre caramélisé, contre la cuillère. (Ou encore, utilisez une lampe de poche pour la cuisson). Serve ci-dessous.

Curiosité:

L'origine de la Crème Brûlée est quelque peu controversé. Pour l'espagnol, est une variante de «crema catalana», qui ont vu le jour au XVIIe siècle (recette ajoutée à la farine de blé ou la fécule de maïs). Pour l'anglais, est une variante de «crème brûlée», qui traduit en français est devenu "Crème Brûlée", littéralement la crème brûlée, ce qui est arrivé en France au XIX e siècle et est devenu célèbre dans le monde entier comme une invention française. Et au Portugal, ce dessert est appelé Lait-Crème.Collis sirop d'abricot (facultatif)

Ingrédient:

- 100 g de sauce à l'abricot 1 tasse (type américain) de jus d'orange pendant 3 heures

- 1 tasse (thé) d'eau

- 1 / 2 tasse (thé) de sucre

- 1 tasse de rhum

Mode de préparation:

Dans une casserole sur feu moyen mettre les abricots, l'eau et de sucre et cuire jusqu'à ce que les abricots deviennent tendres. Éteignez le feu et le transfert d'un mixeur avec le rhum et battre jusqu'à ce que une bonne consistance de purée de pommes de terre. Sirop de fruits rouges (facultatif)

Ingrédient:

- 1 tasse (thé) de sucre

- 1 / 2 tasse (thé) d'eau

- 1 / 4 tasse (thé), la liqueur d'orange

- Raclures de 1 citron

- 100 g de fruits rouges (myrtille, framboise et fraise)

Mode de préparation:

Dans une casserole, mettre le sucre, l'eau et la liqueur d'orange. Quand le sirop est un point dans le fil, ajouter le citron et le grattage de lfrutas rouge. Retirer du feu, refroidir et servir attendre ci-dessous.

Culinária Francesa

A culinária francesa é verdadeiramente uma delícia em todos os sentidos, e se apresenta de forma abundante nos inúmeros cafés e restaurantes em toda a cidade. As refeições, ao serem saboreadas vagarosamente, tornam-se eventos longos, e elas são o começo da estimulante vida noturna da cidade. A culinária francesa é caracterizada por sua enorme diversidade. A comida francesa é considerada a de estilo mais elegante e refinado do mundo, e conhecida por seus estilos clássico e provençal. Muitos dos maiores chefs do mundo são mestres da cozinha francesa.

A melhor opção para se conhecer bem o espírito da França é fazer uma viagem gastronômica pelas diferentes regiões do país. Cada cidadezinha do interior francês, por menor que seja, tem a sua cozinha e o seu vinho. Uma refeição para os franceses não é apenas alimento, é um ritual em si, um a um acontecimento especial, o melhor momento do dia, que pode durar várias horas ou mesmo uma noite inteira.


Tendências Contemporâneas

Por sua exposição histórica, conclui que a própria evolução da gastronomia e sua sistematização como arte – ou seja, a definição do que vem a ser boa culinária – se processou na França, e não é por outro motivo que a cozinha francesa influenciou a gastronomia de quase todo o mundo e é referência inevitável na formação de chefs, a partir da qual as outras culinárias ganharam instrumental para o próprio desenvolvimento. Segundo uma importante tendência que se firma no século XXI é a contestação da padronização do paladar resultante da globalização, em um movimento conhecido como “terroir”.

Trata-se da preocupação com a preservação de produtos e modos de produção locais únicos e insubstituíveis na formação da gastronomia e da cultura de um país, em contraposição aos produtos impostos pelo mercado, por considerações meramente relacionadas a custo.

Culinária em cada parte da França

Não se deve esquecer que cada região implica sua geografia em sua cozinha e que, por tanto, cada zona oferecerá diferentes especialidades.

Alsacia e Lorena - Estas duas regiões possuem uma gastronomia muito diversificada, os exemplos mais conhecidos são a "Choucroute Garnie" (sauerkraut repolho em conserva com salsichas, carnes salgada e batatas), Alpes Raclette (Queijo derretido servido com batatas , fiambre e carne seca) a "Quiche Lorraine" (tarte de queijo, bacon e fiambre) Fondue Savoyarde (fondue de queijo e vinho branco em que se mergulham cubos de pão) Gratin Dauphinois (Batatas gratinadas com creme, como no Dauphiné), Tartiflette (gratinado Savoyard de batatas, Reblochon natas e carne de porco). Relativamente aos pratos doces, abundam as tartas de maçãs, de ameixas e amoras, a "Brioche" alsaciana e o "Kougelhopf" (biscoito alsaciano em forma de coroa).

Aquitânia - De Béarn au País Basco, das Landes a Bordéus, Aquitânia é uma autêntica festa da mesa, orgulhosa das suas tradições e dos produtos da sua terra. O sabor é o rei de uma arte de viver. O "foie gras", o magret de pato, a entrecôte à bordalesa, a "garbure" (sopa espessa de couve), a pularda Enrique IV (a história conta que este monarca queria que todos os franceses comessem este prato todos os domingos), o fiambre de Bayona e o caviar (ovos de esturjão) de Gironde são produtos característicos de uma das melhores cozinhas de França, sem esquecer os vinhos de Bordéus e de Bergerac, vinhos com Denominação de Origem de grande qualidade. Seus maravilhosos numerosos licores de noz, de ameixa, de framboesas acompanham suas sobremesas. No Périgord cultivam-se os produtos mais variados. Três deles são símbolos desta região : as nozes, os morangos e o tabaco.

Auvergne - Esta região é conhecida sobretudo por suas abundantes receitas caseiras, sua charcutaria e os seus queijos: Saint Nectaire, Fourme d'Ambert, Bleu d'Auvergne. No entanto, com a colaboração de alguns cozinheiros, suas receitas transformaram-se em pratos mais refinados, demonstrando que pode-se misturar criatividade e tradição.Entre os mais conhecidos podem-se encontrar "la potée" (porco, cenouras, batatas, couve, cebola), o galo ao vinho e os "tripoux" (pedaços de tripas em molho saboroso).”Truffade” (batatas salteadas com alho e queijo tipo "tomme") “Aligot” (puré de batatas misturadas a queijo "tomme") Não se pode esquecer sua pastelaria : os "millards" (pastel de cerejas), os "pompes" (pasteis de maçãs), a "fouasse" (bolo de leite), os "cornets" de Murat (sobremesa com nata), as tartes de nata, e os doces de frutas.
Borgonha - A fama da Borgonha vem de longe: os seus vinhos e sua gastronomia datam da época galo-romana. A prova disto são as normas culinárias conservadas no Museu Arqueológico de Dijon.Entre as famosas receitas borgonhesas destacam os caracóis, a novilha borgonhesa e o assado de novilho.

Boeuf Bourguignon (carne de vaca cozida em vinho da Borgonha durante muitas horas) Escargots de Bourgogne (caracóis em suas cascas com manteiga e salsa fresca) Fondue bourguignonne (fondue feito com óleo, em que se mergulham cubos de carne). Também associa-se a Borgonha com a mostarda de Dijon, forte ou aromatizada, para acompanhar vários pratos.

Bretanha - Degustará os melhores ostras e mariscos, assim como a cotriade (sopa de pescado) e de sobremesa as famosas crepes embora não deixa de comer também as galettes, as famosas crepes saladas e o pastel chamado "far".Crêpes ou panquecas muito finas, Kik ar Fars (porco com uma espécie de ravioli)e Kouign Amann (pão pequeno feito com muita manteiga).

Córsega - O menu tradicional estaria composto de embutidos, pescados e mariscos, e como sobremesa um "brocain" (doce com leite de ovelha ou de cabra). Outros produtos típicos são a farina de castanhas, o mel, ou o Cédrat (um cítrico) ou o licor de mirto (feito com frutos e com flores).

Champanha - Ardenas - Para os amantes da caça, a região de Champagne-Ardenne é famosa pelas suas especialidades. Não se pode esquecer "l'andouillette" de Troyes, especialidade típica da cidade, o fiambre das Ardennes, e os biscoitos de Reims. Não se pode passar por esta região sem degustar a bebida que a fez mundialmente famosa: o Champagne e suas bolhas frescas, elegantes e mágicas. A outra jóia de Champagne-Ardenne é seu diamante cinzenta: a trufa.

Languedoc - Roussillon - A cozinha do Languedoc está enfeitada com azeite e ervas aromáticas (tomilho, rosmaninho,...) que perfumam seus pratos de caracóis de caça, ou de ave acompanhados de saborosas verduras: beringelas, tomates, curgetes, pimentos.Os pratos do mar merecem uma menção especial: ostras e mexilhões de Bouzigues, "bourride sétoise" (prato de sapo), "tielles" de polvo (massa de pão, polvo, tomates, cebolas, especiarias), e "brandade" de Nîmes (bacalhão picado com azeite, leite e alho).Como sobremesa, não se poderá resistir a uma "crème brulée", riquíssimas natas.

Lyon - O salsichão com pistachos, a pularda trufada e o "gras double", simplesmente delicioso. A zona mediterrânea de Provença oferece variados tipos de peixes à brasa temperados com hinojo, ratatouille e bullabesa. Por último, na zona norte pode-se provar os waffers, a carbonada de boi à cerveja e a anguila "au vert".

Midi Pyrénées - Em Toulouse, o prato mais importante é sem dúvida o "Cassoulet" (composto de feijões, perna de cordeiro, de toucinho...)
O ganso e o pato saboreiam-se em "foie gras" ou "confit". Entre as especialidades de Toulouse encontram-se o pato "à l'albigeoise" e os espargos do Tarnais.Na montanha, as terras de Aveyron e dos Pirenéus oferecem também uma gastronomia de carácter com os "tripoux de Naucelles" (vinho branco, fiambre e alho), a charcutaria de Entraygues ou o "alicuit".
Relativamente aos queijos, a região de Aubrac dá-nos o incomparável "Laguiole" (ao qual costuma-se incorporar ao puré de batatas, alho para fazer o "aligot") e Millau oferece-nos o Roquefort.O vinho ocupa um papel importante nestas regiões. Com efeito, os vinhos de Cahors e de Bergerac, já famosos na época romana oferecem vinhos com Denominação de Origem de grande qualidade.

Nord Pas-de-Calais-Picardia - No Norte sabem apreciar os méritos de uma mesa generosa para oferecer uma grande variedade de pratos ricos e saborosos. A cozinha flamenca oferece numerosas sopas como a sopa de pescada do "Touquet". Como entradas figura o "Potjevleesch" (terrina de ternera, cerdo, coelho e frango), a "flamiche aux maroilles" (tarte de alho francês) ou "l'andouille" (especie de embutido). Entre os pratos principais encontram-se o coelho com ameixas, o "hochepot" (sopa de novilha, de cordeiro, de toucinho e de verduras), a "ficelle" picarda (crepe de fiambre com molho "bechamel" e cogumelos), pratos típicos compostos de pato, coelho, enguia e lúcio.

Normandia - Esta região possui muitos tesouros gastronómicos: queijos como "le Pont l'Evêque" ou "le Livarot", o caramelo de Isigny, licores como o Tripes à la mode de Caen (tripas cozinhadas em molho de vinho e Calvados) e a cidra, ou as maçãs com as quais fazem-se o famoso "Trou normand" (licor, maçãs, menta, sal e água) que se bebe durante a comida para facilitar a digestão.

Pays de La Loire - Aqui pode-se saborear ostras e mariscos, as famosas "rillettes" (paté caseiro) acompanhadas de um bom vinho da região de Anjou, e por fim a sobremesa: "brioche vendéenne", um pastel típico.

Poitou - Charentes - A gastronomia do Poitou-Charentes tem como protagonistas os sabores do mar.O menu típico poderia ser: uma dúzia de ostras de Marennes-Oléron com pão de centeio untado de manteiga d'Echiré, depois um tortilha de caracóis ("cagouilles"), uma peça de cordeiro e por fim um pouco de queijo "cabichou".

Provença Alpes Costa Azul - Nos mercados da Provença podem-se adquirir todos os produtos da região: azeite, ervas de Provença, figos, morangos de Carpentras, melões de Cavaillon, queijos de cabra, peixes. Saboreiam-se também algumas especialidades deliciosas: a famosa "bouillabaisse" na cidade de Marselha (sopa de pescado), "l'aïoli" (maionese com azeite e alho), a "tapenade" (puré de azeitonas negras misturado com alcaparras, anchovas e atum)
ou "a ratatouille" (com verduras), todo acompanhado com um vinho de Côtes de Provence.As especialidades de Nice são "la pissaladière" (tarte de cebola com molho de anchovas e azeitonas negras), a salada niçoise (tomates, alcachofras, pimentos, ovos duros, azeitonas negras, azeite), "le pistou" (sopa de verduras sazonada com basílico, alho, tomate, azeite). Não se pode esquecer também os "Calissons", doces da cidade de Aix-en-provence.

Tradução

Il ne faut pas oublier que chaque région a besoin de sa géographie dans sa cuisine et que, par conséquent, chaque région propose différentes spécialités.L'Alsace et de Lorraine - Ces deux régions ont une cuisine très variée, les exemples les plus connus sont la Choucroute "(choux, pommes de terre, lardons) et" Quiche Lorraine "(tarte au fromage, de bacon et de jambon). Pour les préparations sucrées, la Tartas abondance de pommes, de prunes mûres et de la "brioche" et d'Alsace "Kougelhopf (biscuit alsacien en forme de couronne).

Aquitaine - De Béarn au Pays basque, les Landes de Bordeaux, l'Aquitaine est une véritable fête de la table, fière de ses traditions et les produits de leurs terres. Le goût est le roi de l'art de vivre. Le foie gras, le magret de canard, l'entrecôte de la bordalesa, le "garbure" (soupe de chou), le pularda Enrique IV (une histoire qui se voulait monarque français manger ce plat tous les dimanches) le jambon de Bayonne et du caviar (oeufs d'esturgeon) de Gironde les produits sont caractéristiques de l'une des meilleures cuisines de France, sans oublier les vins de Bordeaux et Bergerac, des vins avec dénomination d'origine de haute qualité. Beaucoup de ses merveilleux des liqueurs de noix, de prune, de framboise pour accompagner leur sobremesas.No Périgord produits de la ferme sont plus variées. Trois d'entre eux sont des symboles de cette région: les noix, la fraise et le tabac.Auvergne - Cette région est surtout connue pour ses abondantes recettes intérieures, sa viande et ses fromages: Saint Nectaire, Fourm d'Ambert, le Bleu d'Auvergne.Cependant, grâce à des cuisiniers, ses revenus sont de plus en plus dans les plats raffinés, ce qui démontre que vous pouvez mélanger la créativité et tradition. Parmi les plus connus, mai être trouvé "le pot" (viande de porc, carottes, pommes de terre, chou, oignon), le coq au vin et "tripoux (génisse, bacon, oignon, vin). Nous ne pouvons pas oublier les pâtisseries: les "millards" (pastel de cerises), les "pompes" (pastels de pommes), le "fouasse" (gâteau de lait), les "cornets" de Murat (dessert avec de la crème), la la crème des tartes et des fruits frais.

Bourgogne - La Bourgogne est fameuse pour sont vin et sa gatronomie de l’epoque du Coq de Rome. Les épreuve de sa c’est les normes de sa gastronomie qui est conserve aux musée archéologiques de Dijon. En repérage des grandes recete de Bourgogne il y a l’escargo et la bourguignonne. Aussi il y a la marveillese moutarde de Dijon, forte e aromathique.

Bretagne - Ici on peut déguste les meilleure huîtres, coquillages et aussi une belle soupe au poison. Ne pas oublier la Crêpe et se c’on apelle de far, des merveilles comme désert.

Corse - Sont menu tipique c’est les friut de mer et les poissons, comme désert on a un Brocain.

Champagne – Aedennes: La region plus adorer pour les chasseurs. Sans oublier "l'andouillette" de Troyes. Champagne a aussi sont champagne merveilleu comme joi de ville. En autre point fort c’est sont diaman gris, la truffe.

Roussiloons - Sa cuisine est renforcer avec les l'huile d'olive et des fines herbes. Ce plats d’escargo sont fait avec assez d’arome, tous bien décoré avec des legumes, comme les courgetes, aubergines, carottes, tomates, etc.

Lyon - Le socisson de pistache, de la truffe et le pularda "gras double", tout simplement délicieux.La région méditerrané de Provence offre une grande variation de poisson assaisoné avec du hinojo, ratatouille et boullabaisse. En drenier, la région du nord on peut prouver des waffers, un genre de boeuf avec du bière et anguila au vert. Midi Pyrénées em toulouse, on dégoûte du cassoulet fait avec du feijão, jambe de agneau. Le oie et le canard ont bien mongé du foie gras ou confit. En Toulouse on trouve beaucoup de canard "à l'albigeoise" ET dês asperges de Tarnais. Sur la montagne, la terre de l'Aveyron et les Pyrénées offrent une cuisine de caractère avec le "tripoux de Naucelles" (vin blanc, l'ail et le jambon), de la viande d'Entraygues ou "alicuit.Pour le fromage, la région de l'Aubrac, nous a donné l'incomparable" Laguiole "(généralement Midi-Pyrénées - A Toulouse, le plat le plus important est sans doute le" Cassoulet "(composé de haricots, de gigot d'agneau en bacon). Le foie gras, qui vien du canard, ou le Confie ce sont de plats tipique et merveilleux. Sur la montagne, la terre de l'Aveyron et les Pyrénées offrent une cuisine de caractère avec le "tripoux de Naucelles" (vin blanc, l'ail et le jambon), de la viande d'Entraygues ou "alicuit.

Midi Pyrénées - A Toulouse, le plat le plus important est sans doute le "Cassoulet" (composé de haricots, de gigot d'agneau au lard ...)Midi Pyrénées em toulouse, on dégoûte du cassoulet fait avec du feijão, jambe de agneau.. Le vin a un rôle important dans ces régions. En effet, les vins de Cahors et Bergerac, déjà célèbre à l'époque romaine offre des vins avec dénomination d'origine de haute qualité.

Nord-Pas-de-Calais Picardie - Nord savoir les mérites d'une généreuse table d'offrir une riche variété de plats et de cuisine. La Flamenco offre de nombreuses soupes comme la soupe de poissons de merlu "Touquet.Comme entrées est le "Potjevleesch" (region de ternera, porc, lapin et poulet), le "flamiche aux Maroilles (tarte aux poireaux) ou "l'andouille"(sorte de saucisse. Parmi les principaux plats, sont le lapin aux pruneaux, le Hochepot(soupe de génisses d'agneau au lard et aux légumes), la "ficelle" Picard (crêpe au jambon en sauce béchamel et champignons), les plaques typique des composés de canard, le lapin, l'anguille et le brochet.Normandie - Cette région possède de nombreux trésors gastronomiques: les fromages comme "le Pont L'Eveque" ou "le Livarot, le caramel d'Isigny, liqueurs telles que "Calvados" et le cidre, les pommes ou avec qui composent le fameux "Trou normand" (alcool, pomme, menthe, sel et eau.) qui au cours de la nourriture se boi pour faciliter la digestion.

Pays de la Loire - Ici, vous pourrez déguster des huîtres et fruits de mer, le fameux Rillettes (pâté de foie maison), avec un bon vin de la région de l'Anjou, et enfin le dessert: brioche vendéenne, un typique pastel.

Poitou - Charentes - La gastronomie du Poitou-Charentes a pour protagonistes les saveurs de la mer. Le menu typhique peut être: une douzaine d'huîtres de Marennes-Oléron avec du pain de seigle recouvert au beurre d'Echiré, puis une tortilla d'escargots, un morceau d'agneau et, enfin, un peu de fromage.

Provence Alpes Côte d'Azur - Dans les marchés de Provence vous pouvez acheter tous les produits de la région: l'huile, des herbes de Provence, figues, fraises de Carpentras, les melons de Cavaillon, du fromage de chèvre et le poisson. En sirotant quelques délicieuses spécialités: la célèbre "Bouillabaisse"(une soupe de poisson) de la ville de Marseille au sud de la France, "l'Aiolos (mayonnaise avec l'huile d'olive et l'ail), de la tapenade (purée d'olives noires mélangée à des câpres, anchois et le thon) ou de la "ratatouille" (avec des légumes), le tout accompagné de vin de Côtes de Provence.La spécialité de Nice "la pissaladière (tarte aux oignons avec la sauce d'anchois et olives noires), la salade niçoise (tomates, artichauts, poivrons, œufs durs, olives noires, huile d'olive)," Le Pistou "(soupe de légumes mûrs de basilic, ail, tomates, huile d'olive).Nous ne pouvons pas oublier aussi les "Calissons, douce ville d'Aix-en-provence.

A Gastronomia Francesa: Da Idade Média

Falar da gastronomia na França, do ponto de vista do historiador, significa buscar suas origens, explicar a sua reputação, destacar as relações que ela mantém com as diversas produções alimentares inter-regionais e transnacionais e as suas tendências diante das novas culinárias hoje presentes, como a cozinha molecular. A indiscutível supremacia da cozinha francesa através da História Moderna e Contemporânea nos leva às suas origens medievais, e à sua definição como a fusão de três elementos indispensáveis: a riqueza de ingredientes; a sabedoria na maneira de utilizá-los e o requinte nos mínimos detalhes. Com charme e versatilidade incontestáveis, quer falando da Cozinha Clássica ou da Nouvelle Cuisine, a gastronomia francesa é responsavel pelas inúmeras outras cozinhas que nela se espelharam e estão espalhadas pelo mundo, bem como das formas de fazer da cozinha e da mesa verdadeiras artes.A partir deste enunciado, podemos interrogar a gastronomia francesa, em termos de História da Alimentação, a partir de quatro questões: 1. Desde quando esta reputação gastronômica, da qual os franceses sempre se orgulharam, nasceu? 2. Como esta reputação gastronômica se mantém até hoje? 3. Porque ela aconteceu na França? 4. Qual o comportamento da cozinha francesa diante da gastronomia molecular, principalmente a dos espanhóis? Geralmente a idéia que se tem da Idade Média é aquela de cavaleiros brutais rasgando a dentada a caça ainda quente e a sangrar, os camponeses vivendo permanentemente com fome, os monges gordos de grandes barrigas que vivem só a comer; cozinheiros ignorantes trabalhando com instrumentos primitivos.
Esta é a idéia que se tem da alimentação medieval, isto é, tempos bárbaros que só podem corresponder a cozinhas bárbaras.
Isso é uma visão já ultrapassada, pois os documentos de séculos atrás, nos revelam que os camponeses da Alta Idade Média (sécs. V ao X), salvo em tempos de acidentes climáticos, comiam de acordo com a fome que tinham e, muitas vezes melhor que os camponeses do séc. XVII (Era Moderna). E, entre as elites, desenvolveu-se nesta época medieval uma arte culinária, no sentido da gastronomia, que não fica nada a dever à nossa, no que diz respeito à variedade e sofisticação. É preciso considerar que a herança greco-romana (antiguidade Clássica) não foi aniquilada durante as invasões bárbaras e que permaneceu na aristocracia da Alta Idade Média, constituindo uma cozinha muito interessante.
Sendo a Idade Média uma civilização essencialmente cerealista, o pão torna-se o alimento principal, consumido na ceia, junto ao vinho. Portanto, pão e vinho são alimentos essências nesta época. Em face da importância da Igreja no cotidiano medieval, a evolução da cozinha foi lenta e progressiva, sendo que alguns alimentos foram postos de lado como os temperos de peixes
(que eram largamente utilizados pelos romanos), substituídos por outras especiarias como a nozmoscada e o Cravo-da-Índia (começam a ser introduzidos na farmacopéia e depois na cozinha).Ao longo da Idade Média opera-se uma outra modificação fundamental: a forma do corpo (o aprumo) da pessoa que come.
O hábito de comer deitado da época romana é substituído pelo hábito de comer sentado, determinado pela passagem de uma cozinha fundada nos picados e almôndegas que podiam se agarrados com as mãos, para uma outra em se priorizava o corte das carnes. A mesa francesa medieval em certos períodos era farta, com a presença de peixes como congrios, arenques, salmões, enguias, lagostins, trutas, esturjões, empadas de Paris, tortas, pudim de ovos, queijos, castanhas, mostarda, pêras, alho, cebolas, e outros. Desta forma, na I. Média se constituiu uma arte de mesa original e requintada, uma certa gastronomia.
A cozinha francesa na Idade Média é, sob certos aspectos, diferente da nossa tendo os gostos e hábitos alimentares sofridos profundas alterações. Mas essa ruptura não se deu de um dia para o outro. Importante destacar que em 1486, foi impresso o primeiro livro de culinária na França, intitulado “Le Viandier” com 230 receitas. Desse ponto de vista, a Renascença na França não parece ter sido um século de grandes mudanças culinárias, pois a influência medieval ainda estava muito forte e muito próxima. A descoberta da América e do caminho marítimo para as Índias, e a conquista espanhola da América Central trouxe novos alimentos para os europeus: tomate, pimentas, milho, batata, feijão verde, novas especiarias, temperos, peru e outros.
Entretanto, a introdução destes novos alimentos na cozinha européia e especialmente a francesa, não foi algo de imediato. O uso destes alimentos manteve-se mais restrito até o séc. XVII, quando a nobreza e uma nova geração de cozinheiros demonstram claramente seus distanciamentos da cozinha gótica. Tudo isso revela uma cozinha francesa inovadora, original, demonstrando que para os franceses a certeza que a sua forma de comer era superior a de todos os outros povos da Europa. E tal constatação é comprovada pela leva de estrangeiros que visitam a França e comprovam a superioridade francesa no domínio da cozinha e da mesa.
Ao longo do séc. XVII, a afirmação da cozinha francesa colocada acima é iniciativa da realeza sob Luis XIV, o Rei Sol. O refinamento proveniente da Corte engendra um vasto movimento de renovação dos costumes e práticas alimentares. Os cozinheiros franceses passam a privilegiar os cozimentos, deixando as carnes com o máximo de sabor, o que permitiu que se desenvolvesse em França uma produção de carne da mais alta qualidade. Junto à carne de boi se exigiu legumes frescos e de sistema de manutenção de alimentos como os peixes e frutos do mar, isto é, oferecer sempre peixe fresco. Desta forma, a grande novidade desta cozinha do séc. XVII é privilegiar os sabores naturais dos alimentos (algo até então inédito).
O séc. XVIII viu surgir uma individualização da comida, isto é, um prato e seus talheres para cada pessoa. A mesa deixa de ter um serviço coletivo e cada pessoa terá um couvert para si. É desta época o início do uso mais freqüente do garfo, que trouxe consigo novos pratos, e novas práticas alimentares. Desta forma, a França vai rompendo com os costumes medievais aonde todos se serviam num prato comum e com as mãos.
Foi ao longo do Séc. XVIII que surge os fundamentos da refeição moderna: a elegância da mesa, a etiqueta, o comportamento à mesa para comer e para beber. No séc. XVIII, a forma de dispor a comida nos pratos foi fortemente influenciada pelos acompanhamentos e com a conseqüente expulsão da ditadura do alho e da cebola: legumes, vegetais, os verdes, os temperos passam a dar cores aos pratos. Desta forma, a França promove a substituição da cozinha do olfato pela cozinha do olhar.
Na verdade o Antigo regime (da realeza) ao realizar os famosos Banquetes de Estado que fizeram a fama do Palácio de Versalhes, produziu pratos que eram concebidos e apresentados de modo a realçar e divulgar grandeza da cozinha francesa. Neste período os cozinheiros franceses já eram considerados os melhores do mundo. Desta forma a realeza se vangloriava de promover a doçura do bem viver (frase de Talleyrand), que enaltecia o orgulho francês de ter a melhor cozinha do mundo.
Ainda no séc. XVIII, antes da revolução Francesa, se inventou em Paris o restaurante. Desta forma, a França promove a substituição da cozinha do olfato pela cozinha do olhar. Na verdade o Antigo regime (da realeza) ao realizar os famosos Banquetes de Estado que fizeram a fama do Palácio de Versalhes, produziu pratos que eram concebidos e apresentados de modo a realçar e divulgar grandeza da cozinha francesa.Neste período os cozinheiros franceses já eram considerados os melhores do mundo.
Desta forma a realeza se vangloriava de promover a doçura do bem viver (frase de Talleyrand), que enaltecia o orgulho francês de ter a melhor cozinha do mundo.
Ainda no séc. XVIII, antes da revolução Francesa, se inventou em Paris o restaurante. Esta constatação começa por demolir a versão clássica, e reforçada, como no filme “A Festa de Babette”, que, segundo SEVCENKO, “vê à culinária francesa como uma das grandes conquistas da Revolução Francesa”. Há duas versões sobre a invenção dos restaurantes:
1. Aquela exposta por FLANDRIN & MONTANARI, demonstrando que M. Boulanger, também conhecido como “Champs d’Oiseaux, um padeiro e vendedor de sopas, resolveu colocar em seu estabelecimento perto do Louvre, algumas mesas a disposição a disposição dos seus clientes, que até então tomavam seus caldos restauradores em canecas e em pé. E com o aumento da clientela que passou a exigir além dos caldos restauradores, outros pratos, M. Boulanger passou a servir pratos com alimentos sólidos em porções individuais. A partir de então, ele foi seguido por outros imitadores e estava então inventado o restaurante na França, com um novo profissional o Restaurateur e um novo tipo de negócio, o Restaurante;
2. A outra versão sobre a invenção do restaurante parte de SPANG que atribui à Marthurin Roze de Chantoiseau a criação destes paraísos dos sabores. Sendo uma figura conhecida, Chantoiseau fixou residência em Paris em 1760, em plena conjuntura de crise econômica da França em face da sua dívida interna. Em Paris, a partir da fortuna herdada do pai, um rico latifundiário e mercador, Roze de Chantoiseau, após algumas tentativas de elaboração de projetos para ajudar a França a sair da sua crise, em 1765 abriu as portas do primeiro restaurante. A intenção era, através dos restaurantes, “fazer circular o dinheiro, que ajudaria a melhorar a situação econômica francesa”.
Após a revolução francesa, muitas pessoas que vinham a Paris buscavam estes lugares mais simples que servia uma comida também simples, mas reconfortante.
Entretanto havia chefes de cozinha desempregados, cujos patrões membros da alta nobreza, haviam fugido da revolução. Estes chefes, obrigados a encontrar uma outra maneira de realizar o seu trabalho, acabaram abrindo os seus próprios restaurantes, e tornando a cozinha artística dos grandes mestres, antes só encontrada nas residências dos ricos e poderosos, agora acessível ao grande público que pudesse pagar por ela. Nasce assim o grande restaurante em França, um produto autenticamente francês, desconhecido até então, com uma cozinha superior, um salão elegante, garçons eficientes e uma adega cuidadosa e selecionada. Tais predicados se espalharam pelo mundo, tornando a cozinha francesa famosa e respeitada. A partir daí, toda uma cultura culinária começou a florescer.
Desenvolveu-se uma verdadeira “ciência da mesa”, e em 1801 foi criado o termo gastronomia para designar o que Montaigne chamava de “ciência da gula”. Para aqueles que estudam a História da Alimentação, os discursos gastronômicos evoluem em função das mutações técnicas, econômicas, estéticas, sociais e políticas, como a colonização (e o contato com outros povos), os fenômenos imigratórios, as relações internacionais, as conseqüências das guerras e hoje em dia em função da globalização. Nesse sentido, os alimentos não só alimentos, eles são atitudes, protocolos, convenções. Nenhum alimento que entra em nossas bocas é neutro. O alimento é uma categoria histórica e a formação do gosto alimentar não se dá exclusivamente por seus predicados biológicos e nutricionais.
No final do séc. XVIII, quando Napoleão chega ao poder e depois invade a Europa e o Oriente, os seus soldados portam na ponta das baionetas a obra dos direitos humanos e atrás deles seguem exércitos de cozinheiros, cabeleireiros, professores de danças: é a civilização francesa se expandindo pelo mundo.
Nesta época destaca-se o cozinheiro-chefe Carême, considerado um dos mais renomados expoentes da culinária francesa.
É importante destacar que os predicados da cozinha francesa são produtos da efervescência da sua história e da sua cultura. Há ainda a Geografia da França, oferecendo diversos tipos de clima e quatro fachadas marítimas. Possuiu também um império colonial rico em possibilidades agrícolas e fontes generosas de alimentos.
A partir deste período, pode-se dizer que em França os gostos e as maneiras de comportamento á mesa (etiqueta) são renovadas. Tudo isso revela uma cozinha francesa inovadora, original, demonstrando que para os franceses a certeza que a sua forma de comer era superior a de todos os outros povos da Europa. O séc. XVIII viu surgir uma individualização da comida, isto é, um prato e seus talheres para cada pessoa. A mesa deixa de ter um serviço coletivo e cada pessoa terá um couvert para si. É desta época o início do uso mais freqüente do garfo, que trouxe consigo novos pratos, e novas práticas alimentares. Desta forma, a França vai rompendo com os costumes medievais aonde todos se serviam num prato comum e com as mãos. Foi ao longo do Séc. XVIII que surge os fundamentos da refeição moderna: a elegância da mesa, a etiqueta, o comportamento à mesa para comer e para beber. No séc. XVIII, a forma de dispor a comida nos pratos foi fortemente influenciada pelos acompanhamentos e com a conseqüente expulsão da ditadura do alho e da cebola: legumes, vegetais, os verdes, os temperos passam a dar cores aos pratos. Ainda no séc. XVIII, antes da revolução Francesa, se inventou em Paris o restaurante. Esta constatação começa por demolir a versão clássica, e reforçada, como no filme “A Festa de Babette”, que, segundo SEVCENKO, “vê à culinária francesa como uma das grandes conquistas da Revolução Francesa”.

Tradução

La gastronomie française: Depuis le Moyen Age a été tendances culinaires parler de la nourriture en France, du point de vue de l'historien de rechercher les moyens de leurs origines, d'expliquer sa réputation, en mettant en évidence la relation qu'elle a avec les diverses cultures vivrières, inter-régionales et transnationales et face à de nouvelles tendances dans la cuisine d'aujourd'hui, comme la cuisine moléculaire. le point de vue de l'historien des moyens d'obtenir leur origines, expliquer sa réputation, en mettant en évidence la relation qu'elle a avec les diverses cultures vivrières, inter-régionales et transnationales et face à de nouvelles tendances dans la cuisine d'aujourd'hui, tels que la cuisine moléculaire. L'indiscutable supériorité de la cuisine française à travers l'histoire moderne et contemporaine nous mène à ses origines médiévales, et de sa définition en tant que la fusion de trois éléments essentiels: la richesse des ingrédients, la connaissance sur la façon de les utiliser et de raffinement dans le moindre détail. Depuis le Moyen-Age une civilisation essentiellement les céréales, le pain devient le principal aliment consommé dans le repas, avec le vin. Pourtant, le pain et le vin sont les produits alimentaires dans les essences época.A de cette période, nous pouvons dire que, en France, les goûts et les modes de comportement table (tag) sont renouvelés. Tout cela révèle une cuisine française innovante et originale, montrant que les Français, leur façon de manger est plus élevée que celle de tous les autres peuples de europa. Au XVIII siècle a vu l'émergence d'un individualisation de l'alimentation, c'est-à-dire une assiette et des couverts pour chaque personne. Le bureau n'a plus de groupe et chaque personne aura un couvert si.É cette saison au début de l'utilisation plus fréquente de la fourche, qui a apporté avec elle de nouveaux plats et de nouvelles habitudes alimentaires. De cete manière, la France va rompre avec le coutume médiévale, où tout le monde est servi dans une assiette et les mains. C'est au cours de la passée des anées qui est le fondement moderne de repas: l'élégance de la table, l'étiquette, le comportement à la table à manger et à boire.
Au dix-septième siècle. XVIII, comment faire pour que la nourriture dans les plats a été fortement influencée par les accompagnements et de l'expulsion de la dictature de l'ail et l'oignon: les légumes, les plantes, le vert, l'assaisonnement donnera la couleur à vos plats. Toujours dans le siècle. XVIII, avant la révolution française, a été inventé dans le restaurant parisien. Toujours dans le siècle XVIII, avant la révolution française, a été inventé dans le restaurant parisien. Ce constat commence à démolir la version classique, et de renforcer, comme dans le film "Babette's Feast", qui Sevcenko "pour voir la cuisine française comme l'une des plus grandes réalisations de la Révolution française. À Paris, la fortune héritée de son père, un riche propriétaire terrien et de commerçant, de Chantoiseau Roze, après quelques tentatives de développement de projets pour aider à la France de sa crise, en 1765 a ouvert les portes du premier restaurant. L'intention était, par le biais des restaurants, "d'aller de l'argent, ce qui contribuerait à améliorer la situation économique française." De là, toute une culture culinaire a commencé à prospérer.
Elle est un véritable "science de la table", et en 1801 est le terme pour décrire les aliments que Montaigne appelle la "science de la gourmandise". Pour ceux qui étudient l'histoire de l'alimentation, le discours gastronomique évolue en fonction de l'évolution technique, économique, esthétique, sociale et politique, comme la colonisation (et le contact avec d'autres personnes), les phénomènes d'immigration, les relations internationales, les conséquences de la guerre et aujourd'hui à la lumière de la mondialisation. À la fin du siècle XVIII, Napoléon prend le pouvoir et ensuite envahi l'Europe et l'Orient, leurs soldats baïonnette port à la pointe de l'œuvre des droits de l'homme et de suivre derrière les armées de cuisiniers, coiffeurs, des professeurs de danse: la civilisation française dans le monde entier. À ce moment, il est le chef Carême, l'un des plus célèbres représentants de la cuisine française. Il est important de souligner que les prédicats de la cuisine française sont les produits de l'effervescence de son histoire et sa culture. Il ya aussi la géographie de la France, en offrant différents types de fronts météorologiques et quatre miles.
A aussi un empire colonial riche en potentiel agricole et généreuses sources de nourriture. Tout cela stimule le commerce et l'inter-régionaux et les influences extérieures. La symbiose de tout ce qui sort de l'identité nationale française, exprimée dans la cuisine française et de la table. Enfin, il serait très reliques de temps à parler de la bonne nourriture de la France, permettant à la meilleure cuisine du monde. Ainsi, un pays qui peut encoder les 297 façons de préparer des oeufs (avec plus de 125 types d'omelette), l'histoire est dans le domaine de la gastronomie.